segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Leitura

Sabe aquele momento em que lendo um livro, você vê o nome de alguém e se interessa em saber que foi este homem?

Pois é, estava lendo um livro e vi este nome "Brainerd". Pensei, quem é Brinerd?

Fui procurar alguma coisa sobre ele, e me surpreend ao conhecê-lo. Um missionário de 1740, evangelizou os indios peles vermelhas de uma cidade em Nova York. Um homem que me deixou envergonhada da minha vida com Deus. Pois, a dedicação dele em seus momentos a sós com o Senhor me deixou com lágrimas nos olhos. Pedi muito perdão ao Senhor por ter sido tão negligente com meus momentos a sós, em minhas orações, em meu clamor por almas.

Olha o que achei sobre ele na net: "Entretanto,homens como William Carey, Henry Martyn, Robert Mürray McCheyne, John Wesley, Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, Oswald Smith, Jim Elliot, citando apenas alguns, testemunharam a grande influência da biografia de Brainerd em suas vidas."

Um apaixonado por almas. Tinha seus momentos com Deus no meu de uma floresta, onde chorava por este povo indígena. Ele morreu com apenas 29 anos, mas fez diferença no seu tempo e faz até os dias de hoje.

Algumas palavras que extrai de sua biografia:

Isso é um emblema do próprio céu, amar o mundo inteiro com um amor gentil, perdoador, benévolo; sentir nossas almas sedadas, suavizadas, mansas; viver vazio de toda suspeita e cisma, e dificilmente pensar mal de qualquer pessoa, em qualquer ocasião; verificar que nosso coração é simples, franco e livre no tocante àqueles que nos olham com maus olhos!
Minha alma sentiu e provou que o Senhor é gracioso; que Ele é o supremo bem, a única felicidade que satisfaz uma alma; que Ele é a minha porção completa, suficiente e todo-poderosa. A linguagem do meu coração foi: "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra". Oh, sinto que é céu agradar ao Senhor, ser exatamente aquilo que Ele quer que eu seja!
"Seja feita a vontade do Senhor''. De fato, pela bondade divina, dificilmente tenho sentido minha mente tão calma, tão sedada, em tão grande consolo, faz muito tempo. Há muito venho temendo um período como este, esperando que a minha humildade, mansidão, paciência e resignação seriam muito testadas; mas achei muito Maior prazer e consolo divino do que esperava.
"Ao meio-dia, em meu retiro secreto, nada pude fazer senão dizer a meu querido Senhor, em doce calma, que Ele sabia que eu nada desejava a não ser Ele mesmo, nada senão santidade; que Ele mesmo me concedera esses desejos, e somente Ele poderia dar-me o que eu desejava. Eu nunca parecera estar tão desprendido de mim mesmo e estar tão completamente consagrado a Deus. Meu coração estava totalmente absorvido em Deus durante a Maior parte do dia."

Fica na paz.